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Sábado, Fevereiro 24, 2007 :::

ORAÇÕES, CRUZES E TESTEMUNHOS

Mt 16, 18: "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela".


Uma vez assistindo um vídeo a respeito do Papa João Paulo II, que mostrava suas diversas viagens pastorais em vários países do mundo, uma cena me comoveu. A visita ao Morro das Cruzes na Lituânia. Para quem não conhece, vale a pena pesquisar o assunto.

Resumidamente este é um lugar de peregrinação no Leste Europeu. Tudo começou com uma revolta do povo Lituano contra o Tzar Russo que dominava a região em 1831. As famílias dos mortos foram proibidas de enterrar seus mortos apropriadamente e em sinal de protesto começaram a colocar cruzes neste morro. No entanto a sua importância ganhou um significado mais profundo e universal a partir de 1961. A lituânia tinha se tornado um país satélite da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, e seguindo o propósito de Lênin, e em suas palavras "Extirpar o cristianismo da face da Terra", destruiu o morro das cruzes enterrando e removendo as cruzes, pois o governo soviético considerava o local um símbolo hostil e perigoso. Não preciso dizer que nenhum regime matou mais cristãos em toda história da humanidade do que os regimes comunistas, principalmente o Soviético. O que impressiona é que nos anos que se seguiram, a KGB e o exército Russo, tentaram sistematicamente destruir o local. Proibindo o acesso das pessoas, tentando inundar os acessos, e utilizando tratores. O povo Lituano, profundamente cristão e corajoso continuou colocando suas cruzes. Se durante o dia as cruzes eram retiradas, na mesma noite surgiam novas que resplandeciam ao amanhecer para a irritação do governo soviético. A cada eram retiradas.

Esta batalha só terminou depois de 27 anos, com a queda do regime soviético, e a independência da Lituânia. Em 7 de setembro de 1993, o Papa João Paulo II se ajoelhou, e rezou no Morro das Cruzes, chorou emocionado, colocou lá uma cruz com os seguintes dizeres: "Obrigado lituanos por este Morro das Cruzes que testemunha às nações da Europa e de todo o Mundo a fé do povo desta terra".

Este foi um momento tocante, onde eu pude perceber que não podemos ter medo de sermos imitadores de Cristo em nossas atitudes, e que isso exige coragem para enfrentar aqueles que querem destruir nossa fé. A palavra chave aqui é testemunho, e este é um belo exemplo do que significa confiar em Deus.

Cristo prevaleceu sobre o regime doente e assassino através da fé do povo lituano, de suas orações e suas cruzes. Em um momento onde nós brasileiros estamos reféns de uma violência absurda e uma ausência do poder público em proteger os cidadãos de bem, devemos buscar nossos próprios testemunhos, e não nos rendermos ao estado das coisas.

::: publicado por Benjamin às 4:09 AMComentários:

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Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007 :::

ABORTO NA MÃE DOS OUTROS É REFRESCO

Dia 24 de Março haverá, na Praça da Sé em São Paulo, um ato público em defesa da vida. O projeto de lei 1135/91 que descriminaliza o aborto, permitindo que ele seja realizado legalmente até o nono mês de gravidez. O mais interessante é que este não é o ùnico projeto desta espécie que aguarda aprovação do congresso. Quem quiser conhecer o teor do projeto de lei é só dar uma olhada aqui, veja também quem se interessa em aprovar este tipo de projeto. Não deixe de prestar atenção à ultima linha do projeto que descriminaliza qualquer tipo de aborto, de uma maneira sórdida, eliminando do código penal a possibilidade de punição de pessoas que pratiquem ou ajudem a praticar o aborto, o que na prática libera o aborto até o 9º Mês de gravidez. Repare que o modelo para a América Latina é Cuba. è evidente que o texto considera que a restrição do aborto é um "atraso, e que a sua flexibilização é um "avanço".

O pretexto para esta iniciativa é o argumento ridículo de que as mulheres praticam o aborto de qualquer jeito, só que como a rede pública não oferece este "serviço", as pobres coitadas são obrigadas a procurar meios clandestinos, correndo um risco de saúde muito grande. Seguindo o mesmo raciocínio, poderíamos descriminalizar o furto, já que aquele que rouba, corre um risco muito grande enfrentando a polícia e até mesmo a reação daqueles a quem vai roubar, portanto para preservar a vida destes injustiçados sociais, poderíamos até propor a proibição das pessoas reagirem e da polícia usar a força letal. Se você parar para pensar, isto já é fato, falta apenas mudar a legislação. Como o aborto o caminho é o inverso, mas de mesmo resultado.

A lógica é diminuir os gastos do estado através do controle de natalidade por meio do aborto, causar um caos social, para favorecer a centralização de poder, e destruir, através da legislação, valores cristão que ainda resistem na sociedade brasileira. Por isso este assunto não entrou nas últimas eleições, porque a maioria da população é contra. Isto arruinaria as chances de um candidato pró-aborto como o Lula e o seu partido.

Quanto aos argumentos da diminuição de danos através da legalização do aborto, é simplesmente deplorável. O risco de saúde da mãe, não pode ter mais valor que vida do filho, em circunstância nenhuma. Vou além. Nos casos de estupro, a morte da criança não diminui o mal causado à mão e ainda causa um mal maior, o assassinato do feto inocente das atrocidades feitas pelo seu genitor. Se o estado estivesse mesmo preocupado com estas mães trataria de promover a abstenção sexual de menores, a deserotização das crianças e do apelo sexual como fonte de renda. único método seguro de prevenção em larga escala que dá resultado. Muito superior ao uso de anticoncepcionais. Mas isso seria apelar aos valores judaicos-cristãos, contrários à mente materialista doente dos engenheiros sociais que querem reinventar o bem e o mal.

Aos abortistas de plantão, apliquem essa lei em suas devidas mães.

Cânon 1398 do Código de DIreito Canônico.
Catecismo da Igreja Católica - nº 470
CAMPANHA NACIONAL PELA VIDA
NÃO AO ABORTO
AIDS, BRASIL E UGANDA
DESEJO DE MATAR
CEM ANOS DE PEDOFILIA

::: publicado por Benjamin às 9:16 PMComentários:

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