RECOMENDO :::
BLOGS :::

Grupo Luz

A Elegância Vai Ao Cinema- Francisco Escorsim

Oito Colunas

Blog da Gi

Outsider - João Marcus

Seção Karinassa - Karina

Alexandrinas - Felipe Ortiz

O Esquisito - André de Oliveira

Patinando com o Alter-Ego - Sr. Satainway

Alexandre Soares

Wunderblogs

SAA

Contos Licenciosos

Contra a Ilusão - Flamarion Daia J?nior

Dennis D.

INFORMAÇÃO :::

WIkipedia

Garfield

Olavo de Carvalho

Mídia Sem Máscara

Terrorismo Nunca Mais

José Osvvaldo de Meira Penna

Terrorismo Nunca Mais

Pe. James V. Scall

Mortimer J. Adler

Gustavo Corção

Diogo Mainardi

Psicologia :::

SOBRAL

SMAEL

Viktor Frankl Institute

Logoterapia on-line - Curitiba

IGREJA CATÓLICA:::

Paróquia Divino Espírito Santo

Vaticano

Pontifício Instituto Bíblico

Santa Missa

Catholic Hierarchy

Catolicanet

Busca Católica

New Advent

Encuentra - Portal

Virtual Missionary

Christian Classics Ethereal Library

Editora Cleófas

Migueli

OUTRAS RELIGIÕES:::

The Christian "Talmud"

Centro de Estudos e Divulgação do Islam

Judaísmo

Net Judaica

Editora Sêfer

Budismo

Visitas

:::RENOVANDO A CASA EM 2007

Ilustração de Gustave Doré


Página Inicial Arquivos Contato

Segunda-feira, Novembro 24, 2003 :::

O sentimento de inutilidade é interessante, principalmente no dia do seu aniversário. Quando paro e percebo os anos passados em minha vida e vejo que construi muito pouco de interessante e quase nada de duradoro, vejo o quanto eu gostaria de ter feito. Quantos projetos não levei adiante, quantas coisas importantes deixei de fazer. Ainda mais, quando penso em todas as possibilidades que tive de fazer algo relevante Se todas tivessem sido realizadas, ainda assim seria muito pouco. Percebo que sou pequeno, falho, e cheio de problemas. Noto que as pouquíssimas coisas que pude influenciar foram a vida das pessoas com quem convivi, e ainda assim, não tinha controle sobre que efeito eu causei nelas. Sinto-me pequeno, insignificante e dispensável. Incrível como isso tudo me aproxima ainda mais de Deus. Faz-me compreender melhor a maravilha divina, e toda a diferença que Ele faz. Comreender a revelação de Jesus Cristo, que fez toda a diferença na humanidade através de seu sacrifício na cruz. Faz com que eu compreenda a minha verdadeira função neste universo, que é de ser pó, e ao pó retornar. Nada do que eu possa fazer se aproxima do sacrifício de Jesus. Perceber a minha inutilidade e minha insignificância só me leva a dar graças a Deus pela vida que não mereço e pelas maravilhas das quais não sou digno. Essa distância não me oprime, mas ao contrário, me resgata, me liberta. Sou livre em Jesus Cristo pelo amor que ele me tem, sem eu precisar realizar nada, sem eu precisar fazer diferença nenhuma. Sou simplesmente amado pelo presente que recebi, e como se já não bastasse a vida ainda sou perdoado pelos pecados dos quais me arrependo. Percebo que a pouca diferença que posso fazer é contar isso aos outros, pois esse presente todos receberam. Pela minha insignificância percebo a maravilha que é anunciar a pequenez humana que nos liberta e nos purifica para o encontro verdadeiro que teremos com o único que fez realmente alguma diferença. Então olho para a vida que me resta e não quero mais fazer a diferença, quero ser eu mesmo, o melhor que puder, pois é tudo que conseguirei ser. Mesmo que eu relize coisas maravilhosas e que por muitos séculos lembrem do meu nome, ainda assim serei pó, perteceri ao chão sujo e defeituoso e estarie longe do Céu, e lá so chegarei com o sopro do amor de Deus. Por isso hoje mais que nunca digo: Obrigado meu Deus!

::: publicado por Benjamin às 12:31 AMComentários:

_______________________________________

Terça-feira, Novembro 18, 2003 :::

"Num pequeno campo, com um pequenino gol de cada lado, é necessário um pouco de paciência e muita manha para jogar."



Adorava futebol de botão quando era criança. Adorava a disputa, a preparação, e os amigos que jogavam comigo. Nem todos é verdade, mas tudo ficava de lado durante o jogo e o que valiam eram as regras dentro do quadrado verde.

Muitas vezes não tínhamos a mesa e improvisávamos, criamos até futebol de botão salão, pois a mesinha de centro da casa de um amigo era o único espaço disponível as vezes. Esses dias joguei de novo, faziam alguns anos que não sabia o que era segurar uma palheta. Rediscutimos as regras, afinal cada um tinha uma memória da infância e essas coisas variam mesmo e chegamos a um acordo que mediou todas as partidas, em busca do melhor atleta.

Foi na casa de um amigo muito querido, jornalista, pai de família. Depois do churrasco e antes do futebol de botão, passamos duas horas discutindo sobre a questão da verdade. Tudo começou a partir de uma reflexção a respeito na ditadura no Brasil, as suas diferenças com a ditadura Chile, e as diferenças ainda maiores em relação a Cuba. Proporção de assassinatos políticos e tudo mais.

A conversa degringolou para o problema da versão a respeito dos assuntos históricos, onde meu anfitrião defendia a não existência do fato, já que só existem versões do fato permeadas pelo humano e como o humano sempre terá uma percepção parcial do objeto, tudo que existia era parcial, portanto relativo. Eu defendia a idéia de que existe um fato sim, e que embora as vidas das pessoas fossem afetadas pelas versões do fato permeado pela percepção relativa dos humanos, existia um fato sem o qual não existiria nem sequer a versão. Muita discussão e chegamos a uma conclusão: Existia a minha posição, a de que existe sim uma vedade, embora ela possa parecer inacessível, e muitas vezes seja mesmo. Existia a posição do meu anfitrião que dizia que não existe uma verdade, mas sim existiam várias verdades, pois eram essas verdades-versões que afetavam a vida das pessoas e, segundo ele, aquilo que não afeta a vida das pessoas não existe.

Expostas as teses disse: "Não adianta discutirmos pois precisamos de um critério racional terceiro para avaliar as duas posições ao mesmo tempo. E você vai dizer que este terceiro critério nada mais é do que uma versão, o que torna inútil essa questão, portanto vamos jogar futebol de botão". Ele concordou.

Durante a partida quando ia fazer o gol eu disse: "Vira de costas, os que os olhos não vêem o coração não sente, e se não sente não existe."
Goooooooooooool!!!!!!!!!!!!!!!!!!

::: publicado por Benjamin às 11:56 AMComentários:

_______________________________________

Quinta-feira, Novembro 06, 2003 :::

Matrix Revolutions - revolução que não resolve

Realmente ao assistir ao filme fiquei com a impressão de que os diretores não deram conta de resolver os problemas qe propuseram, e apelaram para uma solução fácil. Apesar do final trazer uma alusão ao Cristo que dá a vida por todos, a posição não é definitiva, Neo dá sua vida por um impasse temporário. Problemas fundamentais para a trama não se resolvem, como : As máquinas dependem da energia dos corpos humanos, os humanos não podem suprimir as máquinas e a convivência é isustentável dentro da lógica do filme. Se eles pretendem criar uma série acho que vai ficar muito longa. Forçam- soluções para o filme mas não conclui, e essa de "você faz o final" também não cola.

Neste terceiro filme, realmente, existe uma reflexão interessante a respeito do amor humano, daquilo que nos move, poderia citar até o evangelho de João, Deus é amor. No entanto é uma análise superficial. No final das contas o amor não vence, apenas empata. Achei que o final politicamente correto demais, que não resolve nada, apenas quebou o ciclo de repetição da Matrix, mas isso já era idéia do Reloaded. Claro que o filme está cheio de reerências transcendentais, e claro que os efeitos estão fantásticos. As cenas de batalha são realmente interessantes, mas ainda assim deixam a desejar.

A discussão a respeito da escolha e do destino, essa é realmente interessante. Trata justamente da posse que temos das nossas escolhas, e de que elas afetam diretamente nossas vidas, rompe com qulauer determinismo, psicologico e social e a chave da porta da escolha é o amor. Isto é o que val e no filme, pena que isso não seja suficiente para resolver as questões levantadas pela trama. Pena que o final fique no 0 a 0. Geralmente prorrogação é chata e já tá todo mundo cansado.

::: publicado por Benjamin às 1:25 PMComentários:

_______________________________________

Powered by Blogger